Indígenas reproduzem nos esportes seus antigos rituais Para eles, jogos, como o futebol, têm sentidos opostos aos do praticado pelo homem branco. Assunto será abordado na 61ª Reunião Anual da SBPC O futebol é jogado – e não disputado – por eles com qualquer tipo de bola, que não necessariamente a de futebol. O número de jogadores em campo, de qualquer idade e sexo, não raro varia entre seis de um lado e 13 do outro, sem que esse desequilíbrio gere reclamação de deslealdade do time com menos integrantes.A partida pode durar até quatro horas e termina sempre em empate, quando realizada entre equipes da mesma tribo, ou com placar desfavorável ao “time da casa”, quando jogada entre tribos diferentes, por mera cortesia ao visitante - geralmente de outra etnia -, para a alegria geral da única torcida.Para os indígenas brasileiros, a prática do futebol e de outros jogos não segue as mesmas regras inflexíveis e tem sentidos opostos aos de esportes coletivos comuns no Brasil e no resto do mundo...
O Criador. Ele fez a Terra do nada. De árida que era tornou-a fértil, derramando cabaças com água sobre as montanhas. Depois, criou os cabelos da Terra pintando a vegetação, as flores e as florestas. Encheu de frutos as árvores e criou os animais, dotando-os de alma que se comunicavam entre elas. Os peixes aruanãs pediram a Kananciué que os transformassem em outra espécie. Kananciué resolveu então transformá-los nos seres humanos.