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Mostrando postagens com o rótulo arqueologia

Brasileiros descobrem em MG a mais antiga gravura rupestre das Américas

  Desenho teria de 9,5 mil a 10,5 mil anos e enfraquece teoria que defende chegada do homem às Américas há 11,2 mil anos. Pesquisadores brasileiros encontraram a gravura rupestre mais antiga das Américas: um baixo-relevo descoberto a apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte, em Lagoa Santa. As datações de carbono 14 sugerem que a representação pré-histórica tem de 9,5 mil a 10,5 mil anos. O desenho apresenta uma misteriosa figura antropomórfica com a cabeça em forma de C, três dígitos nas mãos e pênis ereto. "Provavelmente, era parte de um painel maior, a representação de algo como um culto de fertilidade", propõe Walter Neves, arqueólogo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais responsáveis pela descoberta, divulgada na revista PLoS One. "Também poderia representar uma exaltação à virilidade", aponta Astolfo Araujo, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Ele recor...

Farinha de 30 mil anos

Descoberta de pedras usadas para amassar grãos e raízes indica que humanos tinham dieta mais sofisticada do que se imaginava no Paleolítico Humanos há cerca de 30 mil anos não comiam apenas carne e tinham uma dieta mais diversificada do que se estimava. Um novo estudo descobriu um importante consumo de vegetais em indivíduos no Paleolítico europeu. O trabalho será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS). O Paleolítico é uma era pré-histórica que se estende da introdução de ferramentas de pedras por hominídeos como Homo habilis, há cerca de 2,5 milhões de anos, até o início da agricultura, há aproximadamente 12 mil anos. Até agora achava-se que a subsistência no Paleolítico europeu tivesse sido baseada em proteína e gordura...

Grupo acha ossada de casal morto em Troia

Grupo acha ossada de casal morto em Troia Troia pode ser maior do que os cientistas imaginavam Arqueólogos trabalhando nas ruínas de Troia (noroeste da Turquia asiática) anunciaram ontem ter achado os restos de um casal que provavelmente viveu por volta de 1200 a.C., época em que os gregos teriam destruído a cidade. Segundo os cientistas, as ossadas foram encontradas perto das linhas de defesa da cidadela da antiga Troia, que parece ter sido destruída por invasores. O líder das escavações, Ernst Pernicka, cientista da Universidade de Tübingen (Alemanha), diz que a datação dos corpos por carbono-14, a técnica mais precisa, ainda não foi feita. A estimativa de idade foi feita com base em um vaso encontrado ao lado dos corpos, já confirmado como sendo de 1200 a.C. Segundo o arqueólogo, se a nova datação confirmar a descoberta, ela será uma evidência de que, na Idade do Bronze, Troia era uma cidade maior do que os cientistas pensavam. (Folha de SP, 23/9)