Com a palavra, as pesquisadoras do futuro Projeto para incentivar negros a ingressar em carreiras científicas leva prêmio Jovem Cientista A realidade das ruas de Salvador, Bahia, não se reflete nas universidades. Enquanto na cidade 80% da população é composta por negros, nas salas de aula do ensino superior essa proporção é de apenas 7,4%. A discrepância serviu de inspiração para a estatística Sheila Regina dos Santos Pereira criar um projeto que incentiva jovens negros a ingressar em carreiras científicas. O trabalho ganhou a última edição do prêmio Jovem Cientista na categoria Graduado.“Eu não me via na universidade e comecei a perguntar os motivos por trás disso”, conta Pereira, que estudou na Universidade Federal da Bahia (UFBA). “Também percebi que o percentual de alunos negros era ainda menor em cursos considerados de mais prestígio, como medicina e engenharia”, completa a estatística, que apresentou seu trabalho na 61ª Reunião Anual da SBPC.Oguntec é o nome do projeto idealizado...
O Criador. Ele fez a Terra do nada. De árida que era tornou-a fértil, derramando cabaças com água sobre as montanhas. Depois, criou os cabelos da Terra pintando a vegetação, as flores e as florestas. Encheu de frutos as árvores e criou os animais, dotando-os de alma que se comunicavam entre elas. Os peixes aruanãs pediram a Kananciué que os transformassem em outra espécie. Kananciué resolveu então transformá-los nos seres humanos.